Arquivo da categoria: Informações e eventos afins

Informações, eventos organizados ou indicados por membros do grupo

Roda de conversa sobre Arroz Orgânico na UFSM

Com o tema “ARROZ ORGÂNICO: Produção Viável e Sustentável”, teremos no dia 04/10 (Quarta-feira), a presença do André Luiz Vieire C. Oliveira para nos falar um pouco mais sobre a cultura. Engenheiro Agrônomo pela UFPel, Especialista em Agricultura Biodinâmica, Gestão de Irrigação, Especialista em Produção de Sementes e que há 17 anos atua na produção orgânica de arroz. É membro titular da CPOR-RS representando o IRGA, Técnico Superior Orízícola, servidor do IRGA na Região Sul e Presidente do Comitê Mirim São Gonçalo.
O evento é GRATUITO e haverá emissão de CERTIFICADO!
Inscrições podem ser feitas através do link https://goo.gl/forms/QAxhLvt24MK9jCyp2

XXXIX Seminário do Programa Socioambiental da Ufsm: CSAs – Como organizar as Redes de Consumidores Orgânicos/Agroecológicos

🌱Já está marcado nosso XXXIX Seminário de Educação Socioambiental, com o tema “CSAs – Como organizar as Redes de Consumidores Orgânicos/Agroecológicos”! O conceito de uma Comunidade que Sustenta a Agricultura ( Community Supported Agriculture – CSA) nos apresenta uma prática de sucesso para um desenvolvimento agrário sustentável e o escoamento de produtos orgânicos de uma forma direta ao consumidor, criando uma relação próxima entre quem produz e quem consome os produtos. Para conduzir o espaço, teremos a presença de Rogério dos Santos, Coordenador e Multiplicador de Iniciativas CSA.
Conheça mais sobre as CSAs acessando http://www.csabrasil.org/csa/
👉👨‍🌾👩‍🌾Venha conversar conosco sobre formas de consumo consciente e sustentável!
Será fornecido certificado e as inscrições podem ser feitas no link https://goo.gl/forms/Ba0X3bL43fpXnvmA2

PROGRAMA DE EXTENSÃO EDUCAÇÃO SOCIOAMBIENTAL MULTICENTROS

COORDENADORA: VENICE GRINGS

CONTATO: (55) 3220-8403

CELULAR: (55) 81118527
SEDE: UNIDADE DE APOIO PEDAGÓGICO (UAP)
CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS – UFSM
 
 
PROPOSTA DO PROJETO: Promover o debate das Temáticas Socioambientais que perpassam a formação dos diversos profissionais, os projetos de pesquisa e extensão, contando com a contribuição das diversas áreas do conhecimento.
Facebook: Programa Socioambiental Ufsm

DIVULGANDO: Curso de Saude Integral e Agroecologia

(Repassado por Maria da Graça)

Última Turma !! CURSO DE SAÚDE INTEGRAL E AGROECOLOGIA –
Via Internet – Turma 8

O Curso de Saúde Integral e Agroecologia (CSIA) é dedicado a um público livre, interessado em conhecer abordagens complementares essenciais de saúde e agricultura, integradas com o meio ambiente.

O curso (CSIA) conta com a colaboração voluntária de diversos facilitadores; constitui-se de 4 módulos/meses e os conteúdos do mesmo fazem parte do Curso de Ecologia Profunda (16 módulos), oferecido pela Associação Ipê.

Alguns tópicos abordados são:

– Saúde Integral: sistemas tradicionais de cura, cura interior, medicina indígena, fitoterapia, homeopatia, medicina antroposófica, terapia floral, medicina chinesa, ayurvédica, ho’oponopono, alimentação consciente, tipos de alimentação, vegetarianismo, eterovorismo;

 – Agroecologia: agricultura e meio ambiente (atualizado), perigos da agricultura convencional, interferentes endócrinos, agrofloresta, agricultura orgânica, biodinâmica, permacultura, agricultura ecológica;

 INFORMAÇÕES E INSCRIÇÃO:

 O curso é exclusivamente via internet, através do envio de textos e apostilas, que são estudados individualmente por cada participante, com criação de grupo para partilha. O curso totaliza 04 módulos/meses.

 http://groups.google.com/group/cursosaudeintegraleagroecologia

 A contribuição mínima de cada módulo/mês é de R$ 15,00 se não houver atrasos. Valor mínimo total é de R$ 65,00 (à vista, com desconto), incluindo a taxa de inscrição de R$ 10,00. Os participantes podem voluntariamente fazer contribuições superiores para colaborar com a qualificação e ampliação das atividades da Ipê.

 Havendo atrasos na confirmação da contribuição, cobramos o valor de R$ 10,00 para reenvio do material. 

  1. A Associação Ipê emite certificado digital ao término do curso para os interessados em dia com as tarefas solicitadas. Será solicitado o valor de R$ 10,00).
  1. As tarefas são obrigatórias apenas para quem quer certificação ao término, são simples e possuem prazo de um mês para serem feitas. Para atrasos é cobrado taxa de R$ 10,00 cada disciplina.
  1. Os recursos arrecadados são destinados à manutenção e qualificação dos trabalhos e criaçãoo de Núcleos de Silêncio e Atividade Criativa cultural, de saúde integral e ecológica em áreas campestres reservadas.
  1. Para se inscrever, é necessário o preenchimento e envio dos dados abaixo, juntamente com o comprovante de depósito (digitalizado ou fotografado) ou os dados (dia, valor, número do comprovante, terminal) para aipemg@gmail.com

Banco Bradesco – 237, Agência 0510-0, Conta Poupança 1005470-2

Swift: BBDEBRSPSPO (para participantes fora do país)

Titular: Tatiana Regina Sandy Reis

CPF 032.382.526-58

 Curso de Agroecologia e Saúde Integral – Inscrição

Nome Completo:

Data de Nascimento:

Cidade onde reside:           Estado:

Endereço Eletrônico:        Confirmação de endereço eletrônico:

Escolaridade:         Área de atuação:

Como ficou sabendo do curso? Qual a sua expectativa com relação ao Curso de Saúde Integral e Agroecologia ?

 Estamos à disposição.

 Em Paz,

Dra. TATIANA REGINA SANDY REIS

Cirurgiã-Dentista/ Clínica Geral, Terapia Neural, Odontologia Neurofocal e Ozonioterapia

Hipnose Condicionativa / Recondicionamento mental

Especialista em Agricultura Orgânica/ Biodinâmica

Coordenadora do Curso Saúde Integral e Agroecologia

aipemg@gmail.com

 https://www.facebook.com/associacao.ipe

 SOLICITAMOS O FAVOR DE DIVULGAREM PARA SEUS CONTATOS

Produtores apontam falácias e defendem agroecologia como solução para crise alimentar e climática

Debate sobre a potencialidade da produção agroecológica marcou abertura da Semana dos Alimentos Orgânicos, na Assembleia Legislativa. (Foto: Guilherme Santos/Sul21)

Marco Weissheimer

Fonte: Jornal Sul21

O único animal do planeta Terra que coloca veneno no alimento que dá aos seus filhos é o homem. A lembrança feita pelo músico e cantor Antonio Gringo, no ato de abertura da Semana do Alimento Orgânico, na tarde desta segunda-feira (29), na Assembleia Legislativa, resumiu um dos argumentos mais fortes dos agricultores que optaram por produzir alimentos sem agrotóxicos e com um uso responsável do solo, da água e do ar. “Ou a alimentação é saudável ou não é alimentação. Há muitos produtos que são consumidos hoje que não podem ser chamados propriamente de alimentos”, acrescentou o engenheiro agrônomo Leonardo Melgarejo, presidente da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), em uma das mesas do debate realizado no auditório Dante Barone.

Coordenada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a Semana do Alimento Orgânico é promovida anualmente com o objetivo de difundir os princípios dos sistemas de agroecologia e estimular o consumo de alimentos orgânicos pela população. Ao analisar alguns desses princípios que estruturam a prática da agroecologia, Leonardo Melgarejo chamou a atenção para o caráter alienado do trabalho dos agricultores comprometidos com a produção convencional. “Esses agricultores”, exemplificou, “não escolhem as sementes que vão usar para plantar no próximo ano, como fazem os produtores agroecológicos de milho que selecionam as melhores espigas para servirem de sementes”. “Eles também não levam em conta os possíveis prejuízos de longo prazo à saúde e ao meio ambiente causados pelo modo de produção com veneno”, assinalou.

O presidente da Assembleia Legislativa, Edegar Pretto (PT), destacou que fazer agroecologia não é mais uma prática romântica como era considerada até certo tempo. “O MST é hoje o maior produtor de arroz orgânico da América Latina, com todas as dificuldades enfrentadas pelos assentamentos. Isso mostra que é possível um modelo de agricultura sem veneno”, disse o deputado que é o autor de vários projetos estabelecendo proibições e restrições para o uso de agrotóxicos no Rio Grande do Sul. Um deles é o PL 262/2014, que proíbe a fabricação, uso e comercialização do agrotóxico 2,4-D no Estado. “Esse é um dos venenos mais tóxicos do mundo que, se entrar no organismo humano, não tem mais quem tire. Além disso, dependendo do vento, ele pode se propagar por 5 ou 10 quilômetros”, observou Pretto, lembrando a matança de abelhas que também atingiu o Rio Grande do Sul.

Programação quer difundir princípios dos sistemas de agroecologia e estimular o consumo de alimentos orgânicos pela população.
(Foto: Guilherme Santos/Sul21)

O parlamentar também é autor do projeto 263/2014, que proíbe a pulverização aérea de agrotóxicos em todo o território gaúcho. “Já recebi muito xingamento por causa desse projeto que está tramitando na Comissão de Constituição e Justiça”, contou Pretto, defendendo o mérito do mesmo. Em sua justificativa, o projeto assinala que cerca de 70% dos venenos aplicados por avião não atinge o alvo, envenenando terras de terceiros, sejam eles outros agricultores e plantações, casas, escolas, hospitais, reservas ecológicas ou mananciais de águas que abastecem as cidades.

A professora Ana Beatriz Almeida de Oliveira, do Curso de Nutrição da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), falou sobre a acentuada queda na qualidade da alimentação consumida pela população brasileira nas últimas décadas. Essa queda de qualidade, afirmou, se traduz no presente pelo aumento expressivo dos problemas de sobrepeso e obesidade e pelo consequente crescimento das doenças crônicas não transmissíveis (câncer, diabetes, doenças cardiovasculares e doenças respiratórias.) Citando os últimos levantamentos disponíveis, a professora da UFRGS lembrou que Porto Alegre é hoje campeã de obesidade no país. Além disso, cerca de 52% da população da capital gaúcha apresenta problemas de sobrepeso. A explicação para esses números, defendeu, passa por um ponto principal: passamos a comer muito mais alimentos ultraprocessados e práticos de consumir.

Ana Beatriz de Oliveira sugeriu aos participantes do debate para que fizessem um rápido experimento na internet. “Pesquisem fotos da população em geral nos anos 60 e fotos de hoje e terão uma constatação impactante pelo aumento da obesidade”. Não se trata, ressaltou, de alimentar preconceitos contra pessoas obesas, mas sim de constatar e alertar para um grave problema de saúde causado pela combinação entre uma alimentação de má qualidade e vida sedentária. A professora da UFRGS apontou o ambiente escolar como território estratégico para se iniciar um trabalho de educação e reeducação alimentar. “Precisamos fazer dos alimentos in natura ou minimamente processados a base de nossa alimentação”, defendeu.

Produtores orgânicos de várias regiões do Estado participaram do debate no auditório Dante Barone.
(Foto: Guilherme Santos/Sul21)

Integrante da Comissão da Produção Orgânica do Rio Grande do Sul (CPorg-RS), Leandro Venturini procurou rebater alguns argumentos que contestam a capacidade de um modelo de produção orgânica alimentar o mundo.  “Quando alguém pergunta se a agricultura orgânica é capaz de alimentar o mundo, devemos fazer algumas perguntas adicionais: Que alimentos estamos produzindo no modo convencional? Quem produz e quem consome esses alimentos? Qual o custo desse modelo de produção?” – questionou.

Quando se fala em alimentar o planeta, disse ainda Venturini, o problema central não é a escala de produção, mas sim o sistema de distribuição. O atual modelo de distribuição de alimentos está cada vez mais concentrado, defendeu, gerando um grande desperdício e provocando distorções nos preços. Ele citou uma pesquisa realizada na universidade de Michigan (EUA), que compilou os resultados de 293 estudos comparativos entre modelos convencionais e orgânicos de agricultura. Essa pesquisa, segundo Venturini, não apontou grandes diferenças do ponto de vista da produtividade, mas registrou algumas vantagens importantes para o modelo orgânico como o fato de ele ter um potencial de produção energética 80% maior que o da agricultura convencional.

Para ele, não só é uma falácia afirmar que a produção orgânica é incapaz de alimentar o mundo, como esse tipo de prática é a grande resposta para as crises alimentar e climática nas quais o planeta está mergulhado. Além disso, concluiu, é o caminho para promover segurança e soberania alimentar, defender a biodiversidade, gerar emprego e renda no campo e criar relações de justiça social e ambiental entre produtores e consumidores.

Lançamento da Semana do Alimento Orgânico em Porto Alegre

Prezada(o)s, boa tarde!
A Semana do Alimento Orgânico é uma ação coordenada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em parceria com os Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação; da Secretaria Especial do Desenvolvimento Agrário; da Educação; da Fazenda; do Meio Ambiente; da Saúde; da Secretaria Geral da Presidência da República, entre outras organizações governamentais e não governamentais.
Realizada nacionalmente, desde 2005, a campanha vem promovendo diversos eventos como seminários, palestras, exposição e degustação de produtos, panfletagem, divulgação em mídia impressa e audiovisual, rodas de conversas, eventos culturais e educativos, visitas de campo, dentre outros.
No ano de 2008, o evento ocorreu durante a última semana de maio em 23 capitais, e a partir de então, firmou-se a data da campanha na última semana de maio, a partir de 2015 a Semana dos Alimentos Orgânicos passou a ser o marco de partida da Campanha de Valorização da Produção Orgânica, desenvolvida ao longo de todo o ano.
As atividades e programação são definidas pela Comissão da Produção Orgânica do RS  – CPOrg-RS, em articulação e parceria com produtores e entidades do setor público e da sociedade civil, da mesma forma que em edições anteriores e os objetivos da campanha são a promoção do produto orgânico e a conscientização dos consumidores sobre os princípios agroecológicos que regem a sua produção, os quais buscam viabilizar a produção de alimentos e outros produtos necessários ao homem de forma mais harmônica com a natureza, contribuindo para a saúde de todos e para que haja justiça social em todos os segmentos de sua rede de produção.
Em 2017 a CPOrg/RS deliberou em realizar um evento estadual para marcar a abertura da campanha no RS o Seminário de lançamento da Semana, que ocorrerá em 29 de maio de 2017, das 13:30h às 18:00h no Auditório Dante Barone da Assembleia Legislativa do RS, conforme programa anexo, para o qual lhe convidamos.
Atenciosamente,
Ernesto Kasper – Coordenador da CPOrg/RS
Leandro Venturin – Coordenador da CPOrg/RS
José Cleber Dias de Souza – Secretário Executivo da CPOrg/RS
Luiz Albino Trindade da Costa – Secretário Executivo da CPOrg/RS
Programa Próorgânico e Comissão da Produção Orgânica do RS.
Divisão de Política, Produção e Desenvolvimento Agropecuário – DPDAG/SFA/RS
Av. Loureiro da Silva, 515 – Sala 806 – CEP 90.010-420
Centro Histórico – Porto Alegre/RS
51-30862930

XXXIV SEMINÁRIO: Ecologia na UFSM nos anos 60/70

A humanidade faz parte da natureza e depende dela para sua sobrevivência, mas a civilização nem sempre interfere de forma responsável. A partir dos anos 60 e 70, os movimentos ecológicos no mundo todo intensificaram seu alerta para os rumos em que a sociedade caminhava. A fim de resgatar o ínicio deste movimento na UFSM, o XXXIV Seminário de Educação Socioambiental propõe uma retrospectiva desse contexto de construção do questionamento socioambiental em nossa instituição e região. Para tanto, teremos como palestrante o Professor Aposentado James Pizarro: pioneiro na época, inseriu o tema na universidade e criou disciplinas e programas em rádio sobre o assunto, ressaltando-se o “Antes que a Natureza Morra”, que ficou no ar por 26 anos.
Será no dia 28 de março (terça-feira), no Auditório da MultiWeb, no Prédio 67 (ao lado da FATEC), às 17h.
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas no link
https://goo.gl/forms/x4GpKh3kny5zpZVx1